Administração Interna e das Infraestruturas
Ministros visitam Oleiros
Os ministros da Administração Interna, Luís Neves, e das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, visitaram o concelho de Oleiros. Luís Neves esteve, no dia 17 de março, no auditório da casa da Cultura para um encontro com os bombeiros do distrito de Castelo Branco. O governante iniciou, desta forma, em Oleiros, o seu Roteiro de Proximidade com os Bombeiros. Miguel Pinto Luz esteve em Oleiros, no dia 10 de fevereiro, para acompanhar e avaliar a dimensão dos estragos provocados pela depressão Kristin.
Bombeiros são a salvaguarda
da vida das pessoas
Luís Neves, ministro da Administração Interna disse aos bombeiros presentes no encontro realizado em Oleiros, onde participaram as corporações do distrito de Castelo Branco, que ““quando as coisas estão a doer e no duro, todos vós e as pessoas que lideram e
representam, são a salvaguarda da vida das pessoas, do património, dos bens”.
O governante aludia a incidências como os fogos florestais ou as intempéries que assolaram o distrito. Luís Neves sublinhou que a prioridade deste ciclo de encontros é “ouvir as pessoas e auscultar diretamente” quem lidera e enfrenta as dificuldades no terreno.
Este foi também o primeiro evento oficial do Ministro com os bombeiros do distrito. O objetivo foi ouvir as preocupações e desafios enfrentados pelos operacionais e dirigentes no terreno. Miguel Marques, presidente da autarquia, recordou ao governante que “mais de 80% da nossa área é florestal” e que Oleiros, “tal como outros concelhos do distrito, é ciclicamente fustigado por incêndios de grande dimensão, cada vez mais complexos e difíceis de combater”. O autarca defendeu um reforço estratégico na prevenção e não apenas no combate aos incêndios.
Além de Miguel Marques, a sessão contou com a presença do Secretário de Estado da Proteção Civil, Rui Rocha, do Presidente da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, José Manuel Moura, do Comandante Nacional de Emergência e Proteção Civil, Mário Silvestre, e do Presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses, António Nunes. Participaram ainda os Comandantes e Presidentes das Direções das Associações Humanitárias de Bombeiros Voluntários do distrito de Castelo Branco, assim como com o Comandante Regional de Emergência e Proteção Civil, Francisco Peraboa, o Comandante Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil, Pedro Nunes, o Diretor Nacional de Bombeiros, Albertino Ventura, e o Presidente da Federação dos Bombeiros do Distrito de Castelo Branco, Luís Antunes.
Durante a reunião, o Comandante Nacional de Emergência e Proteção Civil, Mário Silvestre, apresentou o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais – DECIR 2026.
Pinto Luz
avalia estragos
Já o Ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, esteve na manhã de 10 de fevereiro no concelho de Oleiros, para avaliar a dimensão dos estragos provocados pela depressão Kristin. O governante foi acompanhado pelo presidente da Câmara, Miguel Marques, pelo restante executivo municipal e pelo diretor do Agrupamento de Escolas Padre António de Andrade.
A visita está integrada no ciclo de deslocações que Miguel Pinto Luz está a efetuar às zonas afetadas pela tempestade Kristin. Em Oleiros visitou os Paços do Concelho, o Agrupamento de Escolas Padre António de Andrade (AEPAA), o Parque de Campismo e a Zona Industrial de Açude Pinto.
Espaços que ficaram afetados pela força do vento e da chuva. Assim, pôde testemunhar as infiltrações no edifício dos Paços do Concelho e no AEPAA. Durante a passagem pelo AEPAA e pelo Parque de Campismo, foram identificados danos estruturais e no arvoredo, designadamente quedas de árvores.
A visita permitiu ainda ao ministro tomar conhecimento direto de várias ocorrências, como os deslizamentos de terra na EN238, e estragos em edificado privado e público.
Miguel Marques, presidente da Câmara de Oleiros, realçou a presença do governante português. Na sua opinião isso “constitui um sinal claro de equidade territorial e de reconhecimento da dimensão e especificidade dos danos verificados neste território”. Miguel Marques reforçou ainda que esta presença permite uma “avaliação técnica no terreno indispensável à definição das medidas de resposta e de apoio a implementar”.